- Se existem 5 passarinhos num ramo e vocês atirarem e matarem um,
quantos sobram ?
- Nenhum - responde o Joãozinho.
A professora fica surpresa com a resposta :
- Nenhum ?
- Claro... com o barulho do tiro todos levantam voo !
- Bem, não era essa a resposta que eu esperava, mas gosto da tua
maneira de pensar !
- E agora, posso fazer-lhe eu uma pergunta ? - Pediu Joãozinho.
- Pode, Joãozinho.
- Estão 3 mulheres sentadas num banco a comer sorvete. Uma está
lambendo, outra está chupando e a terceira está mordendo. Qual delas é
a casada ?
A professora fica vermelha, mas responde, timidamente :
- A que está chupando ?
- Não, a casada é a que tem a aliança no dedo, mas eu também gosto da
sua maneira de pensar ...
quinta-feira, novembro 22, 2007
domingo, novembro 11, 2007
ESTOU SOLIDÁRIO COM A CEGUEIRALUSA(PROFESSORES DA AEC NÃO RECEBEM)
As Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), há quem as designe de Actividades de Empobrecimento Curricular, nasceram algo tortas e, como diz a sábia voz do povo, «aquilo que nasce torto, tarde ou mal se endireita».
Não querendo tomar a parte pelo todo, não me atrevo, para já, a juntar-me ao exército, que tem visto as suas fileiras engrossarem, daqueles que diabolizam as AEC. Apesar de não ser novidade para ninguém que me conheça que não concordo com o modelo adoptado nem com os objectivos (se é que estes existem) que estas se propões alcançar. Todavia, posso afirmar, convictamente, que este modelo contribui para o empobrecimento dos professores envolvidos no projecto.
A trabalharem desde Setembro sem receberem um cêntimo pelos seus serviços é absolutamente inaceitável. Não esqueçamos que estes profissionais trabalham a «Recibo Verde», portanto há uma boa parte do ano em que não recebem coisa alguma. Isto já é preocupante. Pensar que estas pessoas desde Julho que não auferem qualquer vencimento suscita-me algumas questões: Quem paga a renda / prestação da casa? Quem paga a alimentação? Quem paga a água, a luz, o telefone? Como é que se vive assim? Não esqueçamos que muitos têm que se deslocar em transporte próprio para a (s) escola (s) onde leccionam. Não sei se esta situação se está a passar em todo o país. Em Viseu esta é uma realidade dramática. Parece que os vencimentos estão a ser processados…estavam…estarão…Ninguém sabe ao certo.
O que sei é que há gente a vivenciar situações dramáticas. Um amigo disse-me que não sabe se o dinheiro que ainda lhe resta será suficiente para o combustível que lhe permita deslocar-se às várias escolas em que trabalha. Aqui está outra aberração: contratam imensa gente e depois atribuem apenas 12 horas a cada professor, horas distribuídas por distintos locais, obrigando a várias deslocações diárias.
Se não expusesse esta situação vergonhosa e lamentável hoje, tenho a sensação de que nem dormiria em paz. Outros há que estão, dado o adiantado da hora, tranquilamente a sonhar com a cabeça na almofada. Enquanto isso, muitos fazem das tripas o coração, encetando majestosos malabarismos, para fazerem face às necessidades básicas do quotidiano.
Que vergonha!!!
(CARREIRA)http://www.cegueiralusa.com/
Não querendo tomar a parte pelo todo, não me atrevo, para já, a juntar-me ao exército, que tem visto as suas fileiras engrossarem, daqueles que diabolizam as AEC. Apesar de não ser novidade para ninguém que me conheça que não concordo com o modelo adoptado nem com os objectivos (se é que estes existem) que estas se propões alcançar. Todavia, posso afirmar, convictamente, que este modelo contribui para o empobrecimento dos professores envolvidos no projecto.
A trabalharem desde Setembro sem receberem um cêntimo pelos seus serviços é absolutamente inaceitável. Não esqueçamos que estes profissionais trabalham a «Recibo Verde», portanto há uma boa parte do ano em que não recebem coisa alguma. Isto já é preocupante. Pensar que estas pessoas desde Julho que não auferem qualquer vencimento suscita-me algumas questões: Quem paga a renda / prestação da casa? Quem paga a alimentação? Quem paga a água, a luz, o telefone? Como é que se vive assim? Não esqueçamos que muitos têm que se deslocar em transporte próprio para a (s) escola (s) onde leccionam. Não sei se esta situação se está a passar em todo o país. Em Viseu esta é uma realidade dramática. Parece que os vencimentos estão a ser processados…estavam…estarão…Ninguém sabe ao certo.
O que sei é que há gente a vivenciar situações dramáticas. Um amigo disse-me que não sabe se o dinheiro que ainda lhe resta será suficiente para o combustível que lhe permita deslocar-se às várias escolas em que trabalha. Aqui está outra aberração: contratam imensa gente e depois atribuem apenas 12 horas a cada professor, horas distribuídas por distintos locais, obrigando a várias deslocações diárias.
Se não expusesse esta situação vergonhosa e lamentável hoje, tenho a sensação de que nem dormiria em paz. Outros há que estão, dado o adiantado da hora, tranquilamente a sonhar com a cabeça na almofada. Enquanto isso, muitos fazem das tripas o coração, encetando majestosos malabarismos, para fazerem face às necessidades básicas do quotidiano.
Que vergonha!!!
(CARREIRA)http://www.cegueiralusa.com/
sábado, novembro 10, 2007
Discurso do Ministro Brasileiro da Educação nos EUA
Discurso do Ministro Brasileiro da Educação nos EUA...
Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um
brasileiro dá um "baile" educadíssimo aos Americanos...
Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos o actual Ministro
da Educação CRISTOVAM BUARQUE foi questionado sobre o que pensava da
internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência
alguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os
brasileiros).
Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um
Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta de Cristovam
Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a
internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o
devido cuidado com esse património, ele é nosso. Como humanista, sentindo
o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua
internacionalização, como também a de tudo o mais que tem importância para
a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada,
internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro...
O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a
Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no
direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não seu
preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres
humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país.
Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas
decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas
inanceiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos
os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio
humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património
natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um
proprietário ou de um país.
Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um
quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido
internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão
realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades
em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho
que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo
menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris,
Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com
sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo
inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais
nucleares
dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas
armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as
lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm
defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da
dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha
possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o
país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro.
Ainda mais do que merece a Amazónia. Quando os dirigentes tratarem as
crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não
deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam
viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a
Amazónia seja nossa.
Só nossa! "
ESTE DISCURSO NÃO FOI PUBLICADO. AJUDE-NOS A DIVULGÁ-LO porque é muito
mportante... e porque foi CENSURADO!
Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um
brasileiro dá um "baile" educadíssimo aos Americanos...
Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos o actual Ministro
da Educação CRISTOVAM BUARQUE foi questionado sobre o que pensava da
internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência
alguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os
brasileiros).
Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um
Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta de Cristovam
Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a
internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o
devido cuidado com esse património, ele é nosso. Como humanista, sentindo
o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua
internacionalização, como também a de tudo o mais que tem importância para
a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada,
internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro...
O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a
Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no
direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não seu
preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres
humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país.
Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas
decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas
inanceiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos
os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio
humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património
natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um
proprietário ou de um país.
Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um
quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido
internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão
realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades
em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho
que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo
menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris,
Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com
sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo
inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais
nucleares
dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas
armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as
lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm
defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da
dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha
possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o
país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro.
Ainda mais do que merece a Amazónia. Quando os dirigentes tratarem as
crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não
deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam
viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a
Amazónia seja nossa.
Só nossa! "
ESTE DISCURSO NÃO FOI PUBLICADO. AJUDE-NOS A DIVULGÁ-LO porque é muito
mportante... e porque foi CENSURADO!
quinta-feira, outubro 18, 2007
CABECINHA PENSADORA
Na noite passada, fui convidado para um Jantar com "*A MALTA DOS VELHOS TEMPOS". *
Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.
Ela não acreditou e soltei um: "Eu prometo!".
Mas as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei com a focagem meio às voltas. Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa. Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e "cantou" 3 vezes.
Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz "cu-cu" mais 9 vezes.
Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.
Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado e disse-lhe que pela meia-noite. Não pareceu nem um pouquinho desconfiada. Ufa! Daquela já me tinha escapado! Então, disse:
- Amor! Precisamos de um cuco novo...
Quando perguntei porquê, respondeu:
- Bom, esta noite o nosso relógio fez "cu-cu" 3 vezes e depois disse alto "daassssse tou fod*do!"...... Fez "cu-cu" mais 4 vezes, resmungou e arrotou... . ..Cantou "cu-cu" mais 3 vezes!....... Mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes.....Depois bateu com os "cornos" na porta do corredor que deixei entreaberta e disse um "Put* que pariu". Entrou no quarto, tropeçou no gato, disse "Merd* pra isto!!"......E só se deitou depois de cair 2 vezes ao despir-se... ?!
Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.
Ela não acreditou e soltei um: "Eu prometo!".
Mas as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei com a focagem meio às voltas. Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa. Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e "cantou" 3 vezes.
Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, fiz "cu-cu" mais 9 vezes.
Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.
Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas tinha chegado e disse-lhe que pela meia-noite. Não pareceu nem um pouquinho desconfiada. Ufa! Daquela já me tinha escapado! Então, disse:
- Amor! Precisamos de um cuco novo...
Quando perguntei porquê, respondeu:
- Bom, esta noite o nosso relógio fez "cu-cu" 3 vezes e depois disse alto "daassssse tou fod*do!"...... Fez "cu-cu" mais 4 vezes, resmungou e arrotou... . ..Cantou "cu-cu" mais 3 vezes!....... Mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes.....Depois bateu com os "cornos" na porta do corredor que deixei entreaberta e disse um "Put* que pariu". Entrou no quarto, tropeçou no gato, disse "Merd* pra isto!!"......E só se deitou depois de cair 2 vezes ao despir-se... ?!
SERÁ PAUL GARNIER ?
sábado, outubro 13, 2007
segunda-feira, outubro 08, 2007
sábado, outubro 06, 2007
A VIDA É ASSIM...
DIÁRIO D' ELA:
Ele ficou esquisito a partir de sábado à noite. Tínhamos combinado
encontrarmo-nos num bar para beber um copo antes de jantar.
Andei às compras a tarde toda com as amigas e pensei que o seu
comportamento se devesse ao meu atraso de vinte minutos. Mas não. Nem sequer
fez qualquer comentário, como lhe é habitual.
A conversa e o sítio não estavam muito animados, por isso propus irmos a um
lugar mais íntimo para podermos conversar mais tranquilamente.
Fomos a um restaurante caro e elegante. A comida estava excelente e o vinho
era de reserva. Quando veio a conta, ele nem refilou e continuava a
portar-se de forma bastante estranha. Como se estivesse ausente.
Tentei rodar os assuntos para fazer com que se animasse mas em vão. Comecei
a pensar se seria culpa minha ou outra coisa qualquer. Quando lhe perguntei,
disse apenas que não tinha nada a ver comigo. Mas não me deixou convencida.
No caminho para casa, já no carro, disse-lhe que o amava. Ele limitou-se a
passar o braço por cima dos meus ombros, de forma paternal e sem me
contestar. Não sei como explicar a sua atitude, porque não disse que me
queria como faz habitualmente. Simplesmente não disse nada.
Começo a ficar cada vez mais preocupada. Chegámos por fim a casa e, nesse
preciso momento, pensei que ele me queria deixar. Tentei fazer com que
falasse
sobre o assunto mas ele ligou a televisão e ficou a olhá-la com um ar
distante,
como que a fazer-me ver que tudo tinha terminado entre nós.
O silêncio cortado pelo filme era sufocante.
Por fim, desisti e disse-lhe que ia para a cama.
Mais ou menos dez minutos depois, ele entra no quarto e deita-se a meu lado.
Para enorme surpresa minha, correspondeu aos meus beijos e carícias e
acabámos por fazer amor. Não foi tão intenso como normal mas ele pareceu
gostar. Apesar de continuar com aquele ar distraído que tanto me aflige.
Depois, ainda deitada na cama, resolvi que queria enfrentar a situação e
falar com ele o quanto antes. Mas ele já tinha adormecido. Comecei a chorar
e continuei a fazê-lo pela noite dentro, até adormecer quase de manhã. *
Estou desesperada, já não sei o que fazer. Estou praticamente convencida
que os seus pensamentos estão com outra. A minha vida é um autêntico
desastre! *
DIÁRIO D'ELE:
O Benfica perdeu. Pelo menos dei uma queca...
Ele ficou esquisito a partir de sábado à noite. Tínhamos combinado
encontrarmo-nos num bar para beber um copo antes de jantar.
Andei às compras a tarde toda com as amigas e pensei que o seu
comportamento se devesse ao meu atraso de vinte minutos. Mas não. Nem sequer
fez qualquer comentário, como lhe é habitual.
A conversa e o sítio não estavam muito animados, por isso propus irmos a um
lugar mais íntimo para podermos conversar mais tranquilamente.
Fomos a um restaurante caro e elegante. A comida estava excelente e o vinho
era de reserva. Quando veio a conta, ele nem refilou e continuava a
portar-se de forma bastante estranha. Como se estivesse ausente.
Tentei rodar os assuntos para fazer com que se animasse mas em vão. Comecei
a pensar se seria culpa minha ou outra coisa qualquer. Quando lhe perguntei,
disse apenas que não tinha nada a ver comigo. Mas não me deixou convencida.
No caminho para casa, já no carro, disse-lhe que o amava. Ele limitou-se a
passar o braço por cima dos meus ombros, de forma paternal e sem me
contestar. Não sei como explicar a sua atitude, porque não disse que me
queria como faz habitualmente. Simplesmente não disse nada.
Começo a ficar cada vez mais preocupada. Chegámos por fim a casa e, nesse
preciso momento, pensei que ele me queria deixar. Tentei fazer com que
falasse
sobre o assunto mas ele ligou a televisão e ficou a olhá-la com um ar
distante,
como que a fazer-me ver que tudo tinha terminado entre nós.
O silêncio cortado pelo filme era sufocante.
Por fim, desisti e disse-lhe que ia para a cama.
Mais ou menos dez minutos depois, ele entra no quarto e deita-se a meu lado.
Para enorme surpresa minha, correspondeu aos meus beijos e carícias e
acabámos por fazer amor. Não foi tão intenso como normal mas ele pareceu
gostar. Apesar de continuar com aquele ar distraído que tanto me aflige.
Depois, ainda deitada na cama, resolvi que queria enfrentar a situação e
falar com ele o quanto antes. Mas ele já tinha adormecido. Comecei a chorar
e continuei a fazê-lo pela noite dentro, até adormecer quase de manhã. *
Estou desesperada, já não sei o que fazer. Estou praticamente convencida
que os seus pensamentos estão com outra. A minha vida é um autêntico
desastre! *
DIÁRIO D'ELE:
O Benfica perdeu. Pelo menos dei uma queca...
sexta-feira, setembro 21, 2007
UM POLICIA MAL EDUCADO

HOJE FIQUEI INDIGNADO PERANTE UMA SITUAÇÃO COM UM POLICIA DA SEGURANÇA PUBLICA,
FUI BUSCAR A MINHA FILHOTA Á ESCOLA E NA HORA DA SAIDA É SEMPRE UMA CONFUSÃO COM O TRÂNSITO COMO JÁ É HÁBITO.
ENTRETANTO VI CHEGAR UM CARRO DA POLICIA,ONDE SAIU UM POLICIA FAZENDO UM GRANDE ALARIDO E A DIZER PALAVRÕES DE TODO O TAMANHO EM FRENTE DE PAIS E CRIANÇAS.
CERTAMENTE NÃO ESTÁ PREPARADO PSICOLÓGICAMENTE PARA O CARGO QUE OCUPA E NÃO SABE LIDAR COM SITUAÇOES NORMAIS DO DIA Á DIA,ENFIM ATÉ O SEU COLEGA QUE FICOU NO CARRO MUDOU DE COR,CERTAMENTE ENVERGONHADO COM A SITUAÇÃO EMBARACOSA DO SEU COLEGA.
ESTE SENHOR É UM ANIMAL NÃO TEM CONSIDERAÇÃO POR NINGUEM NEM PENSOU ONDE ESTAVA
DEVIA SER BANIDO DA POLICIA.
domingo, setembro 16, 2007
domingo, setembro 02, 2007
sábado, agosto 18, 2007
sábado, agosto 11, 2007
segunda-feira, julho 30, 2007
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