Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga.
Ano 1978: O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
Ano 2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.
Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas.
Ano 1978: Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
Ano 2008: A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Moura-Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.
Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas.
Ano 1978: Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.
Ano 2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.
Situação: O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este.
Ano 1978: O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
Ano 2008: Prendem o pai do Luís por maus tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.
Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar.
Ano 1978: Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
Ano 2008: A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.
Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado "chocolate" ao outro.
Ano 1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa. Amanhã são colegas.
Ano 2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.
Situação: Tens que fazer uma viagem.
Ano 1978: Viajas num avião de TAP, dão-te de comer, convidam-te a beber seja o que for, tudo servido por hospedeiras de bordo espectaculares, num banco que cabem dois como tu.
Ano 2008: Entras no avião a apertar o cinto nas calças, que te obrigaram a tirar no controle. Enfiam-te num banco onde tens de respirar fundo para entrar e espetas o cotovelo na boca do passageiro ao lado e se tiveres sede o hospedeiro maricas apresenta-te um menu de bebidas com os preços inflacionados 150%, só porque sim. E não protestes muito pois quando aterrares enfiam-te o dedo mais gordo do mundo pelo cú acima para ver se trazes drogas.
Situação: Rui, 19 anos, uma fama de playboy ganha à base de andar a comer gajas muito mais velhas que ele, veste roupa de cabedal justinha e cheia de picos metálicos, conduz um Toyota Corolla Van todo lixado; Manda uma queca na Carina, miúda de 15 anos, hiperdesenvolvida, que se destaca já das outras gajas do bairro.
Ano 1978: O Rui é um FILHA DA **** DUM MESTRE !!
Ano 2008: Depois de um linchamento público a nível nacional, com especial destaque por parte de alguns tertulianos televisivos e ministros podres. José Sócrates consegue instaurar a pena de morte em Portugal. Rui tem o horror de ser o primeiro condenado à morte por esta lei nova com carácter retroactivo.
Situação: Fazias uma asneira na sala de aula:
Ano 1978: O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque "alguma deves ter feito".
Ano 2008: Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.
Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno.
Ano 1978: Não se passa nada.
Ano 2008: As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.
Situação: O fim das férias.
Ano 1978: Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.
Ano 2008: Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.
Situação: Tens amigos
Ano 1978: Depois do trabalho, vão para umas jantaradas, vão beber uns copos, bejecas e tremoço no fim de uma tarde de verão, grandes bezanas e asneiradas de que se lembrarão para o resto da vida.
Ano 2008: Depois do trabalho, fecham-se em casa, pijama e chinelinhos, "falam" no messenger, sabem da vida uns dos outros e de outros 2000 amigos que nunca viram pelos perfis de Hi5, enquanto dão uns toques no Pro Evolution Soccer ou vêm a última série do House ou do Lost.
sexta-feira, junho 20, 2008
sábado, fevereiro 16, 2008
Só se for às Sêxtas-Fêras
Um jovem e fogoso médico abriu consultório numa pequena aldeia alentejana, onde só havia velhos.
No primeiro dia, começou por atender o Ti Augusto e aproveitou p'ra perguntar:
- Então Ti Augusto, aqui na terra não há meninas???
- Aqui na há nada! Só se for às Sêxtas-Fêras com a Égua ! - respondeu o Ti Augusto.
Passado algum tempo, já o Médico andava a ganir de desejo, quando o Ti Augusto voltou à consulta:
- Então homem, hoje é sexta-feira, como é que é isso da Égua?
- Sendo 3 da tardi, o sôdoutori venha ter comigo à bêra do riacho.
Quando lá chegou, encontrou uma fila enorme de homens, mas ele como era médico, toda gente o deixou passar à frente. Quando viu a Égua, o médico esqueceu os preconceitos e, libertando o desejo reprimido, baixou as calças e montou-se no animal. Ao fim de alguns minutos de relação, o Ti Augusto
chega-se ao pé do Médico e diz :
- Sôdoutori, ê na queria interrompêri, mas na canse a bichinha, porque ela é que nos vai levari p'ro outro lado do riacho, onde estão as gaijas!
No primeiro dia, começou por atender o Ti Augusto e aproveitou p'ra perguntar:
- Então Ti Augusto, aqui na terra não há meninas???
- Aqui na há nada! Só se for às Sêxtas-Fêras com a Égua ! - respondeu o Ti Augusto.
Passado algum tempo, já o Médico andava a ganir de desejo, quando o Ti Augusto voltou à consulta:
- Então homem, hoje é sexta-feira, como é que é isso da Égua?
- Sendo 3 da tardi, o sôdoutori venha ter comigo à bêra do riacho.
Quando lá chegou, encontrou uma fila enorme de homens, mas ele como era médico, toda gente o deixou passar à frente. Quando viu a Égua, o médico esqueceu os preconceitos e, libertando o desejo reprimido, baixou as calças e montou-se no animal. Ao fim de alguns minutos de relação, o Ti Augusto
chega-se ao pé do Médico e diz :
- Sôdoutori, ê na queria interrompêri, mas na canse a bichinha, porque ela é que nos vai levari p'ro outro lado do riacho, onde estão as gaijas!
terça-feira, fevereiro 05, 2008
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Eras tu? Nem te reconheci.
Uma senhora de meia idade teve um ataque de coração e foi parar ao hospital.
Na mesa de operações, quase às portas da morte, vê Deus e pergunta:
Já está na minha altura?
-Deus responde:
Ainda não. Tens mais 43 anos, 2 meses e 8 dias de vida.
Depois de recuperar, a senhora decide ficar no Hospital e fazer uma
lipoaspiração, algumas cirurgias plásticas, um facelift,...
Como tinha ainda alguns anos de vida, achou que poderia ficar ainda
bonita e gozar o resto dos seus dias.Quando sai do Hospital, ao
atravessar a rua, foi atropelada por uma ambulância e morreu.
A senhora, furiosa, ao encontrar-se com Deus, pergunta-lhe:
Então eu não tinha 40 anos de vida? Porque que é que não me desviaste do
caminho da ambulância?
Deus responde:
Eras tu? Nem te reconheci.
Na mesa de operações, quase às portas da morte, vê Deus e pergunta:
Já está na minha altura?
-Deus responde:
Ainda não. Tens mais 43 anos, 2 meses e 8 dias de vida.
Depois de recuperar, a senhora decide ficar no Hospital e fazer uma
lipoaspiração, algumas cirurgias plásticas, um facelift,...
Como tinha ainda alguns anos de vida, achou que poderia ficar ainda
bonita e gozar o resto dos seus dias.Quando sai do Hospital, ao
atravessar a rua, foi atropelada por uma ambulância e morreu.
A senhora, furiosa, ao encontrar-se com Deus, pergunta-lhe:
Então eu não tinha 40 anos de vida? Porque que é que não me desviaste do
caminho da ambulância?
Deus responde:
Eras tu? Nem te reconheci.
domingo, janeiro 13, 2008
um maluco muito malandro
num manicómio durante uma aula de pintura, o já tradicional doido pega num pincel e pintou uma porta na parede. Depois chegou junto do médico e disse: olha, olha só o que eu vou fazer... pessoal vamos todos fugir temos uma porta aqui!! Os doidos começaram a correr em direcção á porta e todos a tombar para o chão assim que batiam na parede, o médico pensou bem este já deve estar bom, olha só o que ele fez. o doido disse assim : olha como eles são burros não sabem que tenho a chave no bolso.
segunda-feira, dezembro 31, 2007
terça-feira, dezembro 25, 2007
domingo, dezembro 23, 2007
sexta-feira, dezembro 21, 2007
sábado, dezembro 15, 2007
BOAS MANEIRAS
Durante a aula de Boas Maneiras, diz a professora: - Zézinho, se você
estivesse namorando uma moça fina e educada e, durante o jantar, precisasse
ir no banheiro, o que diria? - Segura as pontas aí que eu vou dar uma
mijadinha. - Isso seria uma grosseria, uma completa falta de educação.
Juquinha, como você diria? -Desculpa-me mas preciso ir ao WC, já volto. -
Melhor, mas é desagradável mencionar o WC durante as refeições. E você,
Joãozinho, seria capaz de usar sua inteligência para, ao menos uma vez,
mostrar boas maneiras? - Eu diria "Minha prezada senhora, peço licença para
ausentar-me por um momento, pois vou estender a mão a um grande amigo que pretendo lhe apresentar depois do jantar".
estivesse namorando uma moça fina e educada e, durante o jantar, precisasse
ir no banheiro, o que diria? - Segura as pontas aí que eu vou dar uma
mijadinha. - Isso seria uma grosseria, uma completa falta de educação.
Juquinha, como você diria? -Desculpa-me mas preciso ir ao WC, já volto. -
Melhor, mas é desagradável mencionar o WC durante as refeições. E você,
Joãozinho, seria capaz de usar sua inteligência para, ao menos uma vez,
mostrar boas maneiras? - Eu diria "Minha prezada senhora, peço licença para
ausentar-me por um momento, pois vou estender a mão a um grande amigo que pretendo lhe apresentar depois do jantar".
EM JERUSALÉM NÃO !!!!!!!!!!!!!!!
Um dia Pinto da Costa morreu.Houve uma reunião no Porto para decidir onde
ele seria enterrado.O ReinaldoTeles sugeriu:Deve ser enterrado no Porto.
Afinal, aqui é a sua cidade natal.Então, um bêbado, que não se sabe como
entrou na reunião, disse com aquela entoação típica dos bêbedos:- No Porto
pode... Só não pode em Jerusalém!!!Como estava bêbedo, ninguém lhe ligou
nenhuma.Pôncio Monteiro disse:- Acho que deve ser no Porto, mas perto do
estádio do Dragão onde fez a sua carreira como presidente do F.C.P.O bêbado
mais uma vez interveio:- Junto ao Dragão pode... Só não pode em Jerusalém!!
!Novamente, ninguém lhe deu ouvidos. Miguel Sousa Tavares finalmente
sugeriu:- Porto, não! Deve ser enterrado em Lisboa, pois era uma
celebridade todas as celebridades devem ser enterradas na Capital!E o
bêbado novamente:- Em Lisboa pode... Só não pode em Jerusalém!!!
Perderam a paciência com o tipo:- Por quê tanto medo que o Pinto da Costa seja enterrado em Jerusalém? E o bêbado respondeu:- Porque uma vez enterraram lá um gajo, e ele RESSUSCITOU!
ele seria enterrado.O ReinaldoTeles sugeriu:Deve ser enterrado no Porto.
Afinal, aqui é a sua cidade natal.Então, um bêbado, que não se sabe como
entrou na reunião, disse com aquela entoação típica dos bêbedos:- No Porto
pode... Só não pode em Jerusalém!!!Como estava bêbedo, ninguém lhe ligou
nenhuma.Pôncio Monteiro disse:- Acho que deve ser no Porto, mas perto do
estádio do Dragão onde fez a sua carreira como presidente do F.C.P.O bêbado
mais uma vez interveio:- Junto ao Dragão pode... Só não pode em Jerusalém!!
!Novamente, ninguém lhe deu ouvidos. Miguel Sousa Tavares finalmente
sugeriu:- Porto, não! Deve ser enterrado em Lisboa, pois era uma
celebridade todas as celebridades devem ser enterradas na Capital!E o
bêbado novamente:- Em Lisboa pode... Só não pode em Jerusalém!!!
Perderam a paciência com o tipo:- Por quê tanto medo que o Pinto da Costa seja enterrado em Jerusalém? E o bêbado respondeu:- Porque uma vez enterraram lá um gajo, e ele RESSUSCITOU!
Sabedoria Infantil
O famoso Comentador da TV, Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, estava a bordo de Um avião, indo de Lisboa para o Porto.
A seu lado, notou um garoto de uns 10 anos, de óculos, com ar sério e
Compenetrado.
Assim que o avião descolou, o garoto abriu um livro, mas Marcelo Rebelo de
Sousa puxou conversa:
"Ouvi dizer que o vôo fica mais curto se a gente conversar com o passageiro
Do lado. Gostaria de conversar comigo?"
O garoto fechou calmamente o livro e respondeu:
- "Talvez seja interessante. Que tema o Sr. Gostaria de discutir?"
- "Ah, que tal política? Você acha que no final do mandato devemos reeleger
José Sócrates ou dar uma chance a um Candidato de outra corrente política?"
O garoto suspirou e replicou:
- "Pode ser um bom tema, mas antes preciso lhe fazer uma pergunta".
- "Então manda!", encorajou Marcelo Rebelo de Sousa.
- "Cavalos, vacas e cabritos comem a mesma coisa, capim, grama, ervas,
Concorda?"
- "Sim", disse Marcelo Rebelo de Sousa.
- "No entanto, cabritos excretam bolinhas, vacas largam placas de esterco e
Os cavalos grandes bostas... Qual a razão para isto?"
Marcelo Rebelo de Sousa pensou por alguns instantes, mas confessou que não
Sabia a resposta.
O garoto concluiu:
- "Então como é que o senhor se sente qualificado para discutir quem deve
Governar Portugal, se não entende de merda nenhuma?"
A seu lado, notou um garoto de uns 10 anos, de óculos, com ar sério e
Compenetrado.
Assim que o avião descolou, o garoto abriu um livro, mas Marcelo Rebelo de
Sousa puxou conversa:
"Ouvi dizer que o vôo fica mais curto se a gente conversar com o passageiro
Do lado. Gostaria de conversar comigo?"
O garoto fechou calmamente o livro e respondeu:
- "Talvez seja interessante. Que tema o Sr. Gostaria de discutir?"
- "Ah, que tal política? Você acha que no final do mandato devemos reeleger
José Sócrates ou dar uma chance a um Candidato de outra corrente política?"
O garoto suspirou e replicou:
- "Pode ser um bom tema, mas antes preciso lhe fazer uma pergunta".
- "Então manda!", encorajou Marcelo Rebelo de Sousa.
- "Cavalos, vacas e cabritos comem a mesma coisa, capim, grama, ervas,
Concorda?"
- "Sim", disse Marcelo Rebelo de Sousa.
- "No entanto, cabritos excretam bolinhas, vacas largam placas de esterco e
Os cavalos grandes bostas... Qual a razão para isto?"
Marcelo Rebelo de Sousa pensou por alguns instantes, mas confessou que não
Sabia a resposta.
O garoto concluiu:
- "Então como é que o senhor se sente qualificado para discutir quem deve
Governar Portugal, se não entende de merda nenhuma?"
sexta-feira, dezembro 07, 2007
A Ministra da Educação e as Escolas do nosso Portugal- Desabafo de uma Professora
Um amigo enviou-me por mail esta carta de uma professora. Há muitas coisas que acontecem e nós (os que não são professores) desconhecemos...Divulguem por favor, todos precisam de saber como são tratados aqueles que ensinam os nossos filhos...o futuro do amanhã!
Exma. Senhora Ministra da Educação
Um dia destes colocaram, no placar da Sala dos Professores, uma lista dos nossos nomes com a nova posição na Carreira Docente. Fiquei a saber, Sr.ª Ministra, que para além de um novo escalão que inventou, sou, ao final de quinze anos de serviço, PROFESSORA. Sim, a minha nova categoria, professora! Que Querida! Obrigada! E o que é que fui até agora? Quando, no meu quinto ano de escolaridade, comecei a ter Educação Fsica, escolhi o meu futuro.
Queria ser aquela professora, era aquilo que eu queria fazer o resto da minha vida. Ensinar a brincar, impor regras com jogos, fazer entender que quando vestimos o colete da mesma cor lutamos pelos mesmos objectivos, independentemente de sermos ou não amigos, ciganos, pretos, más companhias, bons ou maus alunos. Compreender que ganhar ou perder é secundário desde que nos tenhamos esforçado por dar o nosso melhor. Aplicar tudo isto na vida quotidiana.
Foi a suar que eu aprendi, tinha a certeza de que era assim que eu queria ensinar! Era nova, tinha sonhos... O meu irmão, seis anos mais novo, fez o Mestrado e na folha de agradecimentos da sua Tese escreve o facto de ter sido eu a encaminhá-lo para o ensino da Educação Fsica. Na altura fiquei orgulhosa! Agora, peço-te desculpa Mano, como me arrependo de te ter metido nisto, estou envergonhada!
Há catorze anos, enquanto, segundo a Senhora D. Lurdes Rodrigues, ainda não era professora, participava em visitas de estudo, promovia acampamentos, fazia questão de ter equipas a treinar aos fins-de-semana, entre muitas outras coisas. Os alunos respeitavam-me, os meus colegas admiravam-me, os pais consultavam-me. E eu era feliz. Saia de casa para trabalhar onde gostava, para fazer o que sempre sonhará, para ensinar como tinha aprendido! Agora, Sr.ª Ministra, agora que sou PROFESSORA, que sou obrigada a cumprir 35 horas de trabalho, agora que não tenho tempo nem dinheiro para educar os meus filhos. Agora, porque a Senhora resolveu mudar as regras a meio (Coisa que não se faz, nem aos alunos crianças!), estou a adaptar-me, não tenho outro remédio: Entrego os meus filhos a trabalhadores revoltados na esperança que façam com eles o que eu tento fazer com os deles. Agora que me intitula professora eu não ensino a lançar ao cesto ou a rematar com precisão baliza, não chego, sequer a vestir-lhes os coletes. Passo aulas inteiras a tentar que formem fila ou uma roda, a ensinar que enquanto um "burro" mais velho fala os outros devem, pelo menos, nessa altura, estar calados. Passo o tempo útil de uma aula prática a mandar deitar as pastilhas elásticas fora (o que não deixa de ser prática) e a explicar-lhes que quando eu queria dizer deitar fora a pastilha não era para a cuspirem no chão do Pavilhão. E aqueles que se recusam a deita-la fora porque ainda não perdeu o sabor? (Coitados, afinal acabaram de gastar o dinheiro no bar que fica em frente Escola para tirarem o cheiro do cigarro que o mesmo bar lhes vendeu e nunca ninguém lhes explicou o perigo que há ao mascar uma pastilha enquanto praticam exerccio fsico). E os que não tomam banho? E os que roubam ou agridem os colegas no balneário? Falta disciplinar? Desculpe, não marco ! O aluno faz a asneira, e eu é que sou castigada? Tenho que escrever a participação ao Director de Turma, tenho que reunir depois das aulas (E quem fica com os meus filhos?). Já percebeu a burocracia a que nos obriga? Já viu o tempo que demora a dar o castigo ao aluno? No seu tempo não lhe fez bem o estalo na hora certa? Desculpe mas não me parece! Pois eu agradeço todos os que levei! Mas isto é apenas um desabafo, gosto de falar, discutir, argumentar com quem está no terreno e percebe, minimamente do que se fala, o que não é, com toda a certeza, o seu caso. Bastava-lhe uma hora com o meu 5ºC. Uma hora! E eu não precisava de ter escrito tanto! E a minha Ministra (Não votei mas deram-ma. Como a médica de famlia ,que detesto, mas que, também, me saiu na rifa e qual devo estar agradecida porque há quem nem médico de famlia tenha - outro assunto) entendia porque não conseguirei trabalhar até aos 65 anos, porque é injusto o que ganho e o que congelou, porque pode sair a sexta e até a sétima versão do ECD que eu nunca fui nem serei tão boa professora como era antes de mo chamar!
Lamento profundamente a verdade!
Viana do Castelo
Ana Lusa Esperança
PQND da Escola EB 2,3 Dr. Pedro Barbosa
Exma. Senhora Ministra da Educação
Um dia destes colocaram, no placar da Sala dos Professores, uma lista dos nossos nomes com a nova posição na Carreira Docente. Fiquei a saber, Sr.ª Ministra, que para além de um novo escalão que inventou, sou, ao final de quinze anos de serviço, PROFESSORA. Sim, a minha nova categoria, professora! Que Querida! Obrigada! E o que é que fui até agora? Quando, no meu quinto ano de escolaridade, comecei a ter Educação Fsica, escolhi o meu futuro.
Queria ser aquela professora, era aquilo que eu queria fazer o resto da minha vida. Ensinar a brincar, impor regras com jogos, fazer entender que quando vestimos o colete da mesma cor lutamos pelos mesmos objectivos, independentemente de sermos ou não amigos, ciganos, pretos, más companhias, bons ou maus alunos. Compreender que ganhar ou perder é secundário desde que nos tenhamos esforçado por dar o nosso melhor. Aplicar tudo isto na vida quotidiana.
Foi a suar que eu aprendi, tinha a certeza de que era assim que eu queria ensinar! Era nova, tinha sonhos... O meu irmão, seis anos mais novo, fez o Mestrado e na folha de agradecimentos da sua Tese escreve o facto de ter sido eu a encaminhá-lo para o ensino da Educação Fsica. Na altura fiquei orgulhosa! Agora, peço-te desculpa Mano, como me arrependo de te ter metido nisto, estou envergonhada!
Há catorze anos, enquanto, segundo a Senhora D. Lurdes Rodrigues, ainda não era professora, participava em visitas de estudo, promovia acampamentos, fazia questão de ter equipas a treinar aos fins-de-semana, entre muitas outras coisas. Os alunos respeitavam-me, os meus colegas admiravam-me, os pais consultavam-me. E eu era feliz. Saia de casa para trabalhar onde gostava, para fazer o que sempre sonhará, para ensinar como tinha aprendido! Agora, Sr.ª Ministra, agora que sou PROFESSORA, que sou obrigada a cumprir 35 horas de trabalho, agora que não tenho tempo nem dinheiro para educar os meus filhos. Agora, porque a Senhora resolveu mudar as regras a meio (Coisa que não se faz, nem aos alunos crianças!), estou a adaptar-me, não tenho outro remédio: Entrego os meus filhos a trabalhadores revoltados na esperança que façam com eles o que eu tento fazer com os deles. Agora que me intitula professora eu não ensino a lançar ao cesto ou a rematar com precisão baliza, não chego, sequer a vestir-lhes os coletes. Passo aulas inteiras a tentar que formem fila ou uma roda, a ensinar que enquanto um "burro" mais velho fala os outros devem, pelo menos, nessa altura, estar calados. Passo o tempo útil de uma aula prática a mandar deitar as pastilhas elásticas fora (o que não deixa de ser prática) e a explicar-lhes que quando eu queria dizer deitar fora a pastilha não era para a cuspirem no chão do Pavilhão. E aqueles que se recusam a deita-la fora porque ainda não perdeu o sabor? (Coitados, afinal acabaram de gastar o dinheiro no bar que fica em frente Escola para tirarem o cheiro do cigarro que o mesmo bar lhes vendeu e nunca ninguém lhes explicou o perigo que há ao mascar uma pastilha enquanto praticam exerccio fsico). E os que não tomam banho? E os que roubam ou agridem os colegas no balneário? Falta disciplinar? Desculpe, não marco ! O aluno faz a asneira, e eu é que sou castigada? Tenho que escrever a participação ao Director de Turma, tenho que reunir depois das aulas (E quem fica com os meus filhos?). Já percebeu a burocracia a que nos obriga? Já viu o tempo que demora a dar o castigo ao aluno? No seu tempo não lhe fez bem o estalo na hora certa? Desculpe mas não me parece! Pois eu agradeço todos os que levei! Mas isto é apenas um desabafo, gosto de falar, discutir, argumentar com quem está no terreno e percebe, minimamente do que se fala, o que não é, com toda a certeza, o seu caso. Bastava-lhe uma hora com o meu 5ºC. Uma hora! E eu não precisava de ter escrito tanto! E a minha Ministra (Não votei mas deram-ma. Como a médica de famlia ,que detesto, mas que, também, me saiu na rifa e qual devo estar agradecida porque há quem nem médico de famlia tenha - outro assunto) entendia porque não conseguirei trabalhar até aos 65 anos, porque é injusto o que ganho e o que congelou, porque pode sair a sexta e até a sétima versão do ECD que eu nunca fui nem serei tão boa professora como era antes de mo chamar!
Lamento profundamente a verdade!
Viana do Castelo
Ana Lusa Esperança
PQND da Escola EB 2,3 Dr. Pedro Barbosa
quarta-feira, dezembro 05, 2007
MAS QUE FAMILIA.........
A família comia tranquilamente quando, inesperadamente, a filha de 10 anos
se sai com esta: - Tenho uma má notícia... Deixei de ser virgem! E começa a
chorar, visivelmente abatida, com as mãos no rosto e um ar de vergonha. Um
silêncio sepulcral.... Os pais começam a trocar acusações mútuas... - Você,
sua filha da p....! (diz o marido à esposa). Isto é por você ser como é!
Por se vestir como p..... barata e se arreganhar para o primeiro imbecil
que chega aqui em casa. Claro, com este exemplo que a menina vê todo dia...
- E tu também!!! (pai aponta para a filha de 25 anos). Sempre agarrada no
sofá a lamber aquele filho da p.... do teu namorado que é mais gay que
outra coisa. Tudo na frente da menina! Aí a mãe não aguenta mais e explode:
- Aaaahhhhh, é isso? E quem é o imbecil que gasta metade do salário com
p... e se despede delas à porta de casa? Pensa que eu e a menina somos
cegas? E além disto que exemplo podes dar se, desde que assinaste esta
maldita TVcabo passas todos os finais de semana a assistir a filmes porno
de quinta categoria? Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os
olhos cheios de lágrimas e a voz trémula, pega ternamente na mão da
filhinha e pergunta baixinho: - Como foi que isso aconteceu, filhinha? E
entre soluços a menina responde: - A professora tirou-me do presépio! E a
virgem, agora, é a Ana, eu vou fazer de vaquinha
se sai com esta: - Tenho uma má notícia... Deixei de ser virgem! E começa a
chorar, visivelmente abatida, com as mãos no rosto e um ar de vergonha. Um
silêncio sepulcral.... Os pais começam a trocar acusações mútuas... - Você,
sua filha da p....! (diz o marido à esposa). Isto é por você ser como é!
Por se vestir como p..... barata e se arreganhar para o primeiro imbecil
que chega aqui em casa. Claro, com este exemplo que a menina vê todo dia...
- E tu também!!! (pai aponta para a filha de 25 anos). Sempre agarrada no
sofá a lamber aquele filho da p.... do teu namorado que é mais gay que
outra coisa. Tudo na frente da menina! Aí a mãe não aguenta mais e explode:
- Aaaahhhhh, é isso? E quem é o imbecil que gasta metade do salário com
p... e se despede delas à porta de casa? Pensa que eu e a menina somos
cegas? E além disto que exemplo podes dar se, desde que assinaste esta
maldita TVcabo passas todos os finais de semana a assistir a filmes porno
de quinta categoria? Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os
olhos cheios de lágrimas e a voz trémula, pega ternamente na mão da
filhinha e pergunta baixinho: - Como foi que isso aconteceu, filhinha? E
entre soluços a menina responde: - A professora tirou-me do presépio! E a
virgem, agora, é a Ana, eu vou fazer de vaquinha
segunda-feira, dezembro 03, 2007
ABSOLUTAMENTE HILARIANTE!!!
Claro, só aqui mesmo é que acontecem essas coisas!
Quando passarem por Beja, poderão certificar se é verdade ou não.......
O Registo Civil de Beja recebeu o seguinte requerimento:
Beja, 5 de Fevereiro 2006.
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir
o sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau me tem deixado
embaraçada em várias situações. Desde já agradeço a atenção
despendida.
Peço deferimento,
Maria José Pau.
Em resposta, recebeu a seguinte mensagem:
Cara Senhora Pau:
Sobre a sua solicitação da remoção do Pau, gostaríamos de lhe dizer
que a nova legislação permite a remoção do Pau, mas o processo é
complicado e moroso.
Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, a remoção é mais
fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do
cônjuge se não quiser. Se o Pau for do seu pai, torna-se mais difícil,
pois o Pau a que nos referimos é de família e tem sido utilizado há
várias gerações.
Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a remoção do Pau torná-la-ia
diferente do resto da família.
Cortar o Pau do seu pai pode ser algo muito desagradável para ele.
Outro senão está no facto do seu nome conter apenas nomes próprios, e
poderá ficar esquisito, caso não haja nada para colocar no lugar do
Pau. Isto sem mencionar que as pessoas estranharão muito ao saber que
a senhora não possui mais o Pau do seu marido.
Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes. Se a senhora
colocar o Pau na frente da Maria e atrás do José, o Pau pode ser
escondido, pois poderia assinar o seu nome como "Maria P. José".
A nossa opinião é a de que o preconceito contra este nome já acabou
há muito tempo e visto que a senhora já usou o Pau do seu marido por
tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais.
Eu mesmo possuo Pau, sempre o usei e muito poucas vezes o Pau me
causou embaraços.
Atenciosamente,
Bernardo Romeu Pau Grosso
Registo Civil de Beja
Quando passarem por Beja, poderão certificar se é verdade ou não.......
O Registo Civil de Beja recebeu o seguinte requerimento:
Beja, 5 de Fevereiro 2006.
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir
o sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau me tem deixado
embaraçada em várias situações. Desde já agradeço a atenção
despendida.
Peço deferimento,
Maria José Pau.
Em resposta, recebeu a seguinte mensagem:
Cara Senhora Pau:
Sobre a sua solicitação da remoção do Pau, gostaríamos de lhe dizer
que a nova legislação permite a remoção do Pau, mas o processo é
complicado e moroso.
Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, a remoção é mais
fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do
cônjuge se não quiser. Se o Pau for do seu pai, torna-se mais difícil,
pois o Pau a que nos referimos é de família e tem sido utilizado há
várias gerações.
Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a remoção do Pau torná-la-ia
diferente do resto da família.
Cortar o Pau do seu pai pode ser algo muito desagradável para ele.
Outro senão está no facto do seu nome conter apenas nomes próprios, e
poderá ficar esquisito, caso não haja nada para colocar no lugar do
Pau. Isto sem mencionar que as pessoas estranharão muito ao saber que
a senhora não possui mais o Pau do seu marido.
Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes. Se a senhora
colocar o Pau na frente da Maria e atrás do José, o Pau pode ser
escondido, pois poderia assinar o seu nome como "Maria P. José".
A nossa opinião é a de que o preconceito contra este nome já acabou
há muito tempo e visto que a senhora já usou o Pau do seu marido por
tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais.
Eu mesmo possuo Pau, sempre o usei e muito poucas vezes o Pau me
causou embaraços.
Atenciosamente,
Bernardo Romeu Pau Grosso
Registo Civil de Beja
sexta-feira, novembro 23, 2007
UMA HORA DO TEU TEMPO
«Um dia, quando um homem chegou tarde a casa, cansado e irritado após um dia de trabalho, encontrou, esperando por si à porta, o seu filho de 5 anos.
Papá, posso fazer-te uma pergunta?
Claro que sim. O que é?
Quanto ganhas numa hora?
Isso não é da tua conta. Porque me perguntas isso?! - respondeu o homem, zangado.
Só para saber. Por favor... diz lá... quanto ganhas numa hora? - perguntou novamente o miúdo.
Bom... já que queres tanto saber, ganho 10 euros por hora.
Oh! - suspirou o rapazinho, baixando a cabeça.
Passado um pouco, olhando para cima, perguntou:
Papá, emprestas-me 5 euros?
O pai, furioso, respondeu:
Se a razão de tu me teres perguntado isso, foi para me pedires dinheiro para brinquedos caros ou outro disparate qualquer, a resposta é não!
E, de castigo, vais já para a cama. Vai pensando no menino egoísta que estás a ser.
A minha vida de trabalho é dura demais para eu perder tempo com os teus caprichos!
O rapazinho, cabisbaixo, dirigiu-se silenciosamente para o seu quarto e fechou a porta. Sentado na sala, o homem ficou a meditar sobre o comportamento do filho e ainda se irritou mais. Como se atrevia ele a fazer-lhe perguntas daquelas? Como é que, ainda tão novo, já se preocupava em arranjar dinheiro?
Passada mais ou menos uma hora, já mais calmo, o homem começou a ficar com remorsos da sua reacção. Talvez o filho precisasse mesmo de comprar qualquer coisa com os 5 euros. Afinal, nem era costume o miúdo pedir-lhe dinheiro. Dirigiu-se ao quarto do filho e abriu devagarinho a porta.
Já estas a dormir? Perguntou.
Não, papá, ainda estou acordado. - respondeu o miúdo.
Estive a pensar... Talvez tenha sido severo demais contigo? - disse o pai.
Tive um longo e exaustivo dia e acabei por desabafar contigo. Toma lá os 5 euros que me pediste.
O rapazinho endireitou-se imediatamente na cama, sorrindo:
Oh, papá! Obrigado!
E levantando a almofada, pegou num frasco cheio de moedas. O pai, vendo que o rapaz afinal tinha dinheiro, começou novamente a ficar zangado. O filho começou lentamente a contar o dinheiro, até que olhou para o pai.
Para que queres mais dinheiro se já tens aí esse? - resmungou o pai.
Porque não tinha o suficiente. Agora já tenho! - respondeu o miúdo.
Papá, agora já tenho 10 euros! Já posso comprar uma hora do teu tempo, não posso? Por favor, vem uma hora mais cedo amanhã. Gostava tanto de jantar contigo...»
Papá, posso fazer-te uma pergunta?
Claro que sim. O que é?
Quanto ganhas numa hora?
Isso não é da tua conta. Porque me perguntas isso?! - respondeu o homem, zangado.
Só para saber. Por favor... diz lá... quanto ganhas numa hora? - perguntou novamente o miúdo.
Bom... já que queres tanto saber, ganho 10 euros por hora.
Oh! - suspirou o rapazinho, baixando a cabeça.
Passado um pouco, olhando para cima, perguntou:
Papá, emprestas-me 5 euros?
O pai, furioso, respondeu:
Se a razão de tu me teres perguntado isso, foi para me pedires dinheiro para brinquedos caros ou outro disparate qualquer, a resposta é não!
E, de castigo, vais já para a cama. Vai pensando no menino egoísta que estás a ser.
A minha vida de trabalho é dura demais para eu perder tempo com os teus caprichos!
O rapazinho, cabisbaixo, dirigiu-se silenciosamente para o seu quarto e fechou a porta. Sentado na sala, o homem ficou a meditar sobre o comportamento do filho e ainda se irritou mais. Como se atrevia ele a fazer-lhe perguntas daquelas? Como é que, ainda tão novo, já se preocupava em arranjar dinheiro?
Passada mais ou menos uma hora, já mais calmo, o homem começou a ficar com remorsos da sua reacção. Talvez o filho precisasse mesmo de comprar qualquer coisa com os 5 euros. Afinal, nem era costume o miúdo pedir-lhe dinheiro. Dirigiu-se ao quarto do filho e abriu devagarinho a porta.
Já estas a dormir? Perguntou.
Não, papá, ainda estou acordado. - respondeu o miúdo.
Estive a pensar... Talvez tenha sido severo demais contigo? - disse o pai.
Tive um longo e exaustivo dia e acabei por desabafar contigo. Toma lá os 5 euros que me pediste.
O rapazinho endireitou-se imediatamente na cama, sorrindo:
Oh, papá! Obrigado!
E levantando a almofada, pegou num frasco cheio de moedas. O pai, vendo que o rapaz afinal tinha dinheiro, começou novamente a ficar zangado. O filho começou lentamente a contar o dinheiro, até que olhou para o pai.
Para que queres mais dinheiro se já tens aí esse? - resmungou o pai.
Porque não tinha o suficiente. Agora já tenho! - respondeu o miúdo.
Papá, agora já tenho 10 euros! Já posso comprar uma hora do teu tempo, não posso? Por favor, vem uma hora mais cedo amanhã. Gostava tanto de jantar contigo...»
quinta-feira, novembro 22, 2007
A professora pergunta aos seus alunos :
- Se existem 5 passarinhos num ramo e vocês atirarem e matarem um,
quantos sobram ?
- Nenhum - responde o Joãozinho.
A professora fica surpresa com a resposta :
- Nenhum ?
- Claro... com o barulho do tiro todos levantam voo !
- Bem, não era essa a resposta que eu esperava, mas gosto da tua
maneira de pensar !
- E agora, posso fazer-lhe eu uma pergunta ? - Pediu Joãozinho.
- Pode, Joãozinho.
- Estão 3 mulheres sentadas num banco a comer sorvete. Uma está
lambendo, outra está chupando e a terceira está mordendo. Qual delas é
a casada ?
A professora fica vermelha, mas responde, timidamente :
- A que está chupando ?
- Não, a casada é a que tem a aliança no dedo, mas eu também gosto da
sua maneira de pensar ...
quantos sobram ?
- Nenhum - responde o Joãozinho.
A professora fica surpresa com a resposta :
- Nenhum ?
- Claro... com o barulho do tiro todos levantam voo !
- Bem, não era essa a resposta que eu esperava, mas gosto da tua
maneira de pensar !
- E agora, posso fazer-lhe eu uma pergunta ? - Pediu Joãozinho.
- Pode, Joãozinho.
- Estão 3 mulheres sentadas num banco a comer sorvete. Uma está
lambendo, outra está chupando e a terceira está mordendo. Qual delas é
a casada ?
A professora fica vermelha, mas responde, timidamente :
- A que está chupando ?
- Não, a casada é a que tem a aliança no dedo, mas eu também gosto da
sua maneira de pensar ...
domingo, novembro 11, 2007
ESTOU SOLIDÁRIO COM A CEGUEIRALUSA(PROFESSORES DA AEC NÃO RECEBEM)
As Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), há quem as designe de Actividades de Empobrecimento Curricular, nasceram algo tortas e, como diz a sábia voz do povo, «aquilo que nasce torto, tarde ou mal se endireita».
Não querendo tomar a parte pelo todo, não me atrevo, para já, a juntar-me ao exército, que tem visto as suas fileiras engrossarem, daqueles que diabolizam as AEC. Apesar de não ser novidade para ninguém que me conheça que não concordo com o modelo adoptado nem com os objectivos (se é que estes existem) que estas se propões alcançar. Todavia, posso afirmar, convictamente, que este modelo contribui para o empobrecimento dos professores envolvidos no projecto.
A trabalharem desde Setembro sem receberem um cêntimo pelos seus serviços é absolutamente inaceitável. Não esqueçamos que estes profissionais trabalham a «Recibo Verde», portanto há uma boa parte do ano em que não recebem coisa alguma. Isto já é preocupante. Pensar que estas pessoas desde Julho que não auferem qualquer vencimento suscita-me algumas questões: Quem paga a renda / prestação da casa? Quem paga a alimentação? Quem paga a água, a luz, o telefone? Como é que se vive assim? Não esqueçamos que muitos têm que se deslocar em transporte próprio para a (s) escola (s) onde leccionam. Não sei se esta situação se está a passar em todo o país. Em Viseu esta é uma realidade dramática. Parece que os vencimentos estão a ser processados…estavam…estarão…Ninguém sabe ao certo.
O que sei é que há gente a vivenciar situações dramáticas. Um amigo disse-me que não sabe se o dinheiro que ainda lhe resta será suficiente para o combustível que lhe permita deslocar-se às várias escolas em que trabalha. Aqui está outra aberração: contratam imensa gente e depois atribuem apenas 12 horas a cada professor, horas distribuídas por distintos locais, obrigando a várias deslocações diárias.
Se não expusesse esta situação vergonhosa e lamentável hoje, tenho a sensação de que nem dormiria em paz. Outros há que estão, dado o adiantado da hora, tranquilamente a sonhar com a cabeça na almofada. Enquanto isso, muitos fazem das tripas o coração, encetando majestosos malabarismos, para fazerem face às necessidades básicas do quotidiano.
Que vergonha!!!
(CARREIRA)http://www.cegueiralusa.com/
Não querendo tomar a parte pelo todo, não me atrevo, para já, a juntar-me ao exército, que tem visto as suas fileiras engrossarem, daqueles que diabolizam as AEC. Apesar de não ser novidade para ninguém que me conheça que não concordo com o modelo adoptado nem com os objectivos (se é que estes existem) que estas se propões alcançar. Todavia, posso afirmar, convictamente, que este modelo contribui para o empobrecimento dos professores envolvidos no projecto.
A trabalharem desde Setembro sem receberem um cêntimo pelos seus serviços é absolutamente inaceitável. Não esqueçamos que estes profissionais trabalham a «Recibo Verde», portanto há uma boa parte do ano em que não recebem coisa alguma. Isto já é preocupante. Pensar que estas pessoas desde Julho que não auferem qualquer vencimento suscita-me algumas questões: Quem paga a renda / prestação da casa? Quem paga a alimentação? Quem paga a água, a luz, o telefone? Como é que se vive assim? Não esqueçamos que muitos têm que se deslocar em transporte próprio para a (s) escola (s) onde leccionam. Não sei se esta situação se está a passar em todo o país. Em Viseu esta é uma realidade dramática. Parece que os vencimentos estão a ser processados…estavam…estarão…Ninguém sabe ao certo.
O que sei é que há gente a vivenciar situações dramáticas. Um amigo disse-me que não sabe se o dinheiro que ainda lhe resta será suficiente para o combustível que lhe permita deslocar-se às várias escolas em que trabalha. Aqui está outra aberração: contratam imensa gente e depois atribuem apenas 12 horas a cada professor, horas distribuídas por distintos locais, obrigando a várias deslocações diárias.
Se não expusesse esta situação vergonhosa e lamentável hoje, tenho a sensação de que nem dormiria em paz. Outros há que estão, dado o adiantado da hora, tranquilamente a sonhar com a cabeça na almofada. Enquanto isso, muitos fazem das tripas o coração, encetando majestosos malabarismos, para fazerem face às necessidades básicas do quotidiano.
Que vergonha!!!
(CARREIRA)http://www.cegueiralusa.com/
sábado, novembro 10, 2007
Discurso do Ministro Brasileiro da Educação nos EUA
Discurso do Ministro Brasileiro da Educação nos EUA...
Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um
brasileiro dá um "baile" educadíssimo aos Americanos...
Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos o actual Ministro
da Educação CRISTOVAM BUARQUE foi questionado sobre o que pensava da
internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência
alguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os
brasileiros).
Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um
Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta de Cristovam
Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a
internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o
devido cuidado com esse património, ele é nosso. Como humanista, sentindo
o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua
internacionalização, como também a de tudo o mais que tem importância para
a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada,
internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro...
O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a
Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no
direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não seu
preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres
humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país.
Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas
decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas
inanceiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos
os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio
humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património
natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um
proprietário ou de um país.
Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um
quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido
internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão
realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades
em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho
que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo
menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris,
Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com
sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo
inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais
nucleares
dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas
armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as
lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm
defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da
dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha
possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o
país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro.
Ainda mais do que merece a Amazónia. Quando os dirigentes tratarem as
crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não
deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam
viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a
Amazónia seja nossa.
Só nossa! "
ESTE DISCURSO NÃO FOI PUBLICADO. AJUDE-NOS A DIVULGÁ-LO porque é muito
mportante... e porque foi CENSURADO!
Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um
brasileiro dá um "baile" educadíssimo aos Americanos...
Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos o actual Ministro
da Educação CRISTOVAM BUARQUE foi questionado sobre o que pensava da
internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência
alguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os
brasileiros).
Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um
Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta de Cristovam
Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a
internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o
devido cuidado com esse património, ele é nosso. Como humanista, sentindo
o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua
internacionalização, como também a de tudo o mais que tem importância para
a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada,
internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro...
O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a
Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no
direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não seu
preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres
humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país.
Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas
decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas
inanceiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos
os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio
humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património
natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um
proprietário ou de um país.
Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um
quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido
internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão
realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades
em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho
que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo
menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris,
Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com
sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo
inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais
nucleares
dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas
armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as
lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm
defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da
dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha
possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o
país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro.
Ainda mais do que merece a Amazónia. Quando os dirigentes tratarem as
crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não
deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam
viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a
Amazónia seja nossa.
Só nossa! "
ESTE DISCURSO NÃO FOI PUBLICADO. AJUDE-NOS A DIVULGÁ-LO porque é muito
mportante... e porque foi CENSURADO!
Subscrever:
Mensagens (Atom)




