sábado, outubro 06, 2007

PALAVRAS PARA QUÊ ?




O ESTADO DE ALGUNS BLOGUES PCHARDECOS.

A VIDA É ASSIM...

DIÁRIO D' ELA:




Ele ficou esquisito a partir de sábado à noite. Tínhamos combinado
encontrarmo-nos num bar para beber um copo antes de jantar.
Andei às compras a tarde toda com as amigas e pensei que o seu
comportamento se devesse ao meu atraso de vinte minutos. Mas não. Nem sequer

fez qualquer comentário, como lhe é habitual.
A conversa e o sítio não estavam muito animados, por isso propus irmos a um
lugar mais íntimo para podermos conversar mais tranquilamente.
Fomos a um restaurante caro e elegante. A comida estava excelente e o vinho
era de reserva. Quando veio a conta, ele nem refilou e continuava a
portar-se de forma bastante estranha. Como se estivesse ausente.
Tentei rodar os assuntos para fazer com que se animasse mas em vão. Comecei
a pensar se seria culpa minha ou outra coisa qualquer. Quando lhe perguntei,

disse apenas que não tinha nada a ver comigo. Mas não me deixou convencida.
No caminho para casa, já no carro, disse-lhe que o amava. Ele limitou-se a
passar o braço por cima dos meus ombros, de forma paternal e sem me
contestar. Não sei como explicar a sua atitude, porque não disse que me
queria como faz habitualmente. Simplesmente não disse nada.
Começo a ficar cada vez mais preocupada. Chegámos por fim a casa e, nesse
preciso momento, pensei que ele me queria deixar. Tentei fazer com que
falasse
sobre o assunto mas ele ligou a televisão e ficou a olhá-la com um ar
distante,
como que a fazer-me ver que tudo tinha terminado entre nós.
O silêncio cortado pelo filme era sufocante.
Por fim, desisti e disse-lhe que ia para a cama.
Mais ou menos dez minutos depois, ele entra no quarto e deita-se a meu lado.
Para enorme surpresa minha, correspondeu aos meus beijos e carícias e
acabámos por fazer amor. Não foi tão intenso como normal mas ele pareceu
gostar. Apesar de continuar com aquele ar distraído que tanto me aflige.
Depois, ainda deitada na cama, resolvi que queria enfrentar a situação e
falar com ele o quanto antes. Mas ele já tinha adormecido. Comecei a chorar
e continuei a fazê-lo pela noite dentro, até adormecer quase de manhã. *
Estou desesperada, já não sei o que fazer. Estou praticamente convencida
que os seus pensamentos estão com outra. A minha vida é um autêntico
desastre! *








DIÁRIO D'ELE:


O Benfica perdeu. Pelo menos dei uma queca...

ESTÁ BONITO SIM SENHOR!!!!!

sexta-feira, setembro 21, 2007

UM POLICIA MAL EDUCADO




HOJE FIQUEI INDIGNADO PERANTE UMA SITUAÇÃO COM UM POLICIA DA SEGURANÇA PUBLICA,
FUI BUSCAR A MINHA FILHOTA Á ESCOLA E NA HORA DA SAIDA É SEMPRE UMA CONFUSÃO COM O TRÂNSITO COMO JÁ É HÁBITO.
ENTRETANTO VI CHEGAR UM CARRO DA POLICIA,ONDE SAIU UM POLICIA FAZENDO UM GRANDE ALARIDO E A DIZER PALAVRÕES DE TODO O TAMANHO EM FRENTE DE PAIS E CRIANÇAS.
CERTAMENTE NÃO ESTÁ PREPARADO PSICOLÓGICAMENTE PARA O CARGO QUE OCUPA E NÃO SABE LIDAR COM SITUAÇOES NORMAIS DO DIA Á DIA,ENFIM ATÉ O SEU COLEGA QUE FICOU NO CARRO MUDOU DE COR,CERTAMENTE ENVERGONHADO COM A SITUAÇÃO EMBARACOSA DO SEU COLEGA.
ESTE SENHOR É UM ANIMAL NÃO TEM CONSIDERAÇÃO POR NINGUEM NEM PENSOU ONDE ESTAVA
DEVIA SER BANIDO DA POLICIA.

terça-feira, julho 10, 2007

As sete maravilhas de Portugal

E as sete maravilhas de Portugal são..................



1ª a Poluição


2ª o trânsito nas cidades


3ª o desemprego crescente


4ª os incêndios de verão


5ª a barraca na Câmara de Lisboa


6ª Ota sim Ota não

Mas a maior de todas, a 7ª e última maravilha deste país fabuloso é.............



O MINISTRO MANUEL PINHO
Não há pachorra que aguente um dos piores, senão mesmo o pior dos Ministros deste Governo...Não entende nada de nada, mas acha que percebe tudo de tudo.
Está a precisar de ser rifado, essa é que é essa!

domingo, junho 24, 2007

O Cidadão Contra-ataca...

Leiam estas estas três preciosas dicas sobre como lidar com as
agressões de telemarketing, que constituem para todos nós uma praga
quase diária.

1ª - Um método que realmente funciona:

Ao receber uma chamada de telemarketing a oferecer um produto ou um
serviço, diga apenas, com toda a cortesia:

"Por favor, aguarde um momento...".

Dito isto, deixe o telefone sobre a mesa e vá fazer outras tarefas (em
vez de simplesmente desligar o telefone de imediato).

Isso vai fazer com que cada chamada de telemarketing para o seu
telefone tenha uma duração longuíssima, ultrapassando em muito os
limites impostos ao indivíduo que lhe ligou.

De vez em quando, verifique se o sujeitinho ou menina ainda está em
linha. Reponha o telefone na posição de repouso apenas quando tiver a
certeza de que desligaram. Não tenha dúvida de que esta é uma lição de
custo elevado para os intrusos.

2ª - Já alguma vez lhe sucedeu atender o telefone e parecer que não
há ninguém do outro lado?

Em caso afirmativo, fique a saber que esta é uma técnica de
telemarketing executada por um sistema computorizado, o qual
estabelece a ligação e regista a hora em que a pessoa atendeu o
telefone. Esta técnica é utilizada por alguns serviços de marketing
para determinar a melhor hora do dia em que uma pessoa dos serviços
poderá ligar-lhe, evitando assim que o "precioso" tempo de ligação
deles venha a ser desperdiçado, se não encontrar ninguém em casa.

Neste caso, ao receber este tipo de ligação, não desligue. Ao invés,
pressione imediatamente a tecla "#" do aparelho, seis ou sete vezes
seguidas e em sequência rápida. Normalmente, este procedimento
confunde o computador que discou o seu número, obrigando-o registar o
seu número como inválido, eliminando-o assim da base de dados.

3ª - Publicidade inserida nas contas recebidas pelo correio

Todos os meses recebemos publicidade indesejada inserida nas contas de
telefone, luz, água, cartões de crédito, etc. Muitas vezes essa
propaganda vem acompanhada de um envelope-resposta, que "não precisa
selar; o selo será pago por..."

Insira nesses envelopes pré-pagos a publicidade recebida e coloque-a
no correio, endereçada de volta o a essas companhias. Caso queira
preservar a sua privacidade, antes de inserir a publicidade no
envelope remova todo e qualquer item que possa identificá-lo.

Este é um método que funciona excelentemente para ofertas de cartões,
empréstimos, e outro material não solicitado. Portanto, não atire fora
esses envelopes pré-pagos! Ao devolvê-los com a propaganda recebida,
está a fazer com que as referidas empresas paguem duas vezes pela
publicidade enviada. Se quiser acrescentar um requinte de malvadez,
aproveite para inserir anúncios da pizzaria do seu bairro, da
lavandaria, da florista, do canalizador, do oculista, da costureira,
do talho, do dentista, da tabacaria, do barbeiro, do fabricante de
marquises de alumínio, da peixaria, do serralheiro, ou de qualquer
outra actividade comercial local do mesmo género, que esteja mais à
mão.

Há já várias pessoas a usarem estes métodos de devolver o lixo
publicitário. Está na altura de mandarmos o nosso recado às empresas.

É preciso, no entanto, que se atinja um número expressivo de pessoas a
aplicar estas técnicas eficazes de protesto. Talvez não seja má ideia
passarem este mail aos vossos amigos.

sábado, junho 02, 2007

Câmara diz que vai ser mais cuidadosa no futuro

A realização de uma festa privada no Parque da Cidade motivou a contestação de alguns empresários do ramo da restauração. A Câmara diz que não viu mal nenhum em que isso sucedesse, mas promete ser mais cuidadosa de futuro quando situações similares lhe forem colocadas.

O aluguer de um espaço público como é o Parque da Cidade para a realização de uma festa privada no passado sábado em Castelo Branco despoletou alguma controvérsia entre os empresários do ramo da restauração. Alguns deles declararam mesmo ao Reconquista “sentir-se altamente prejudicados por esta atitude da câmara, porque se a cidade passa a alugar os seus jardins e parques para a realização de festas privadas para que é que nós andamos a investir nas nossas empresas!?”.

Joaquim Miguel, gerente da Quinta da Dança, não se importa de dar a cara neste protesto considerando que está a defender os interesses dos empresários do sector, mas outros também falaram ao Reconquista, preferindo, no entanto, não se expor publicamente. O que preocupa os empresários “é a cedência de espaços públicos como os jardins, os parques e outros locais da cidade para aí se realizarem eventos privados”. Mesmo na qualidade de cidadãos deste concelho dizem que “também não gostam de ver o Parque ou outros locais condicionados por este tipo de festas privadas”, porque entendem que “os espaços públicos devem estar reservados para actividades abertas a todos os cidadãos e não apenas a alguns”.

Da parte da Câmara Municipal, Joaquim Morão já veio explicar, em declarações ao Reconquista, que quando “foi colocada esta questão à câmara não a vimos com maus olhos e portanto encarámo-la salvaguardando sempre a ideia de que o espaço tinha de continuar a estar aberto cumprindo o seu horário de funcionamento, logo tinha de continuar disponível para que as pessoas que lá fossem pudessem entrar e usufruir dele sem problemas… e nisso não vimos qualquer anormalidade”. O que o autarca já não vê com bons olhos foi que “algumas pessoas tenham tentado fazer passar a ideia para a opinião pública de que o Parque estava fechado, o que é uma pura mentira, ele esteve sempre aberto como acontece durante todo o ano”.

De resto, diz ter sido aplicado o regulamento de taxas e licenças que a autarquia tem em vigor para que fosse paga ao município a respectiva ocupação e garantida junto de quem organizou o evento a salvaguarda de eventuais prejuízos causados no espaço que foi ocupado. “Vimos esta iniciativa como vemos todas as outras que acontecem em Castelo Branco, com a postura que sempre tivemos de ajudar os munícipes a resolverem as suas situações”, refere.

Já relativamente ao futuro, Joaquim Morão adopta uma postura bem mais cautelosa: “Face à deturpação que houve à volta deste acontecimento e às más interpretações que ele gerou, quando se voltar a colocar uma questão deste género nós seremos muito mais cuidadosos a analisá-la e certamente teremos em linha de conta os sinais que recolhemos desta experiência”.

No entanto, o autarca lamenta que “muitos daqueles que andaram por aí a contestar esta situação não o tivessem feito directamente à Câmara Municipal, comigo ninguém falou do assunto, porque dessa forma nós ter-lhes-íamos explicado as nossas intenções”. E acrescenta: “Porque esses não estão a defender os interesses da cidade, mas sim os seus próprios interesses, não falaram connosco agora mas têm-no vindo a fazer muitas vezes quando cá vêm para falar dos seus próprios problemas”.

Do lado dos empresários, colheu-se também a ideia de que “o que está mal neste caso é ter- se aberto um precedente que considero muito grave”, revela-nos o gerente de uma casa que prefere não ver o seu nome no jornal. Porque, como justifica, “daqui a amanhã toda a gente pode fazer no Parque o que quiser e isso coloca em risco quem investiu no ramo da restauração e em espaços próprios para a realização de festas privadas”.

Por outro lado, as mesmas vozes defendem que, sobretudo o Parque da Cidade, “deva acolher uma série de eventos públicos que acontecem noutros locais, por ser um ex-libris albicastrense e por ter condições ímpares para esse tipo de realizações que, infelizmente, não acontecem ali”. O que, em seu entender, “o está a prejudicar enquanto zona de usufruto pública… noutras alturas houve ali grandes eventos que juntaram centenas de pessoas à noite e hoje ele está praticamente morto para esse fim, o que é pena. Devia ser mais dinamizado, sobretudo agora que vem aí o Verão”.

José Júlio Cruz


Autor: José Júlio Oliveira da Cruz
RETIRADO DO JORNAL RECONQUISTA http://www.reconquista.pt/
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