Está a chover e a nevar,
E a raposa no lagar
A fazer as camisinhas
P`ra amanhã se casar.
Está a chover e a nevar,
E a raposa no quintal
A apanhar laranjas
Para o dia de Natal.
Arre burro para Azeitão
carregado de feijão
para o senhor capitão.
O senhor capitão não está,
está a bordo dum navio
dá-lhe o vento dá-lhe o frio,
corropio pio pio
corropio pio pio!
A bola é redonda
Em cima duma pomba
A pomba é branca
Em cima duma tranca
A tranca é de pau
Berim-bin-bau.
Era uma vez,
um gato sapato,
bigodes de palha,
cabeça de rato.
Peru velho
quer casar
mas menina bonita
não há-de encontrar!
Glu, glu, glu...
Que eco há aqui?
Que eco é?
É o eco que há cá!
O quê? Há eco aqui?
Há cá eco, há.
Réu-réu
Vai para o céu
Buscar o meu chapéu
Se for novo
Trá-lo cá
Se for velho
Deixa-o lá
Lagarto pintado
quem te pintou?
Foi uma velha
que por aqui passou.
No tempo da eira
fazia poeira,
puxa lagarto
por aquela orelha!
Pico, pico, saranico,
quem te deu tamanho bico?
Foi o filho do Luís,
que está preso pelo nariz.
Salta a pulga da balança,
dá um berro até à França.
Os cavalos a correr,
as meninas a aprender, ´
qual será a mais bonita
que se irá esconder?
Cá-que-rá-cá
Põe-te na pá
faz um bolinho
Para o Joãozinho
Que anda na arada
Sem comer nada
senão rabinho
De uma sardinha
Que lhe deu
Sua madrinha.
Caracol, caracolinho
sai de dentro do moinho
mostra a ponta do focinho.
Sape gato lambareiro,
tira a mão do açucareiro.
Tira a mão, tira o pé,
do açúcar, do café.
Sola, sapato
Rei, rainha
Vão ao mar
Buscar sardinha
Para o filho do juiz
Que está preso pelo nariz
À porta do chafariz
segunda-feira, maio 15, 2006
domingo, maio 14, 2006
NÃO SEI QUANTAS ALMAS TENHO
| Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem acabei. De tanto ser, só tenho alma. Quem tem alma não tem calma. Quem vê é só o que vê, Quem sente não é quem é, Atento ao que sou e vejo, Por isso, alheio, vou lendo
Fernando Pessoa |
ATALHOS

Costuma-se dizer que quem se mete em atalhos mete-se em trabalhos,pois aqui esta uma prova que é verdade,o pescador que por acaso sou eu,
tentou atravessar um braço do rio que não conhecia e de repente ficou quase sem pé.
Acho que foi castigo pois eu tentava chegar primeiro que os meus cunhados e o meu tio aos pesqueiros
Mais um abre olhos.
sexta-feira, maio 12, 2006
NASCIDOS ANTES DE 1986
De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípio de 80 não devíamos ter sobrevivido até hoje,porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamento com tampas "à prova de crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta,não usávamos capacetes. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags - viajar à frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos. Saímos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso. Não tínhamos Play Station, XBox. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema,telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua. Jogávamos ao elástico e à barra e à bola, até doía! Caíamos das arvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos às portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não,íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem, eles estavam do lado da lei. Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracasso,sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.
És um deles?
Parabéns!
Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem". Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós.
Isto meus amigos é surpreendentemente medonho ... e talvez ponha um sorriso nos vossos lábios: A maioria dos estudantes que estão nas universidades hoje nasceram em 1986... chamam-se jovens. Nunca ouviram "we are the world" e"uptown girl" , conhecem de westlife e não Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname. A SIDA sempre existiu. Os CD's sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi branco. Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia deus da dança. Acreditam que Missão Impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado. Não conseguem imaginar a vida sem computadores. Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada
3. Os teus amigos estão casados ou a casar
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez)
7. Encontras amigos e falas dos 'bons velhos tempos'
8. Vais encaminhar este e mail para outros amigos porque achas que vão gostar.
SIM ESTÁS A FICAR VELHO(a)!!
SEM ORDEM
És um deles?
Parabéns!
Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem". Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós.
Isto meus amigos é surpreendentemente medonho ... e talvez ponha um sorriso nos vossos lábios: A maioria dos estudantes que estão nas universidades hoje nasceram em 1986... chamam-se jovens. Nunca ouviram "we are the world" e"uptown girl" , conhecem de westlife e não Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname. A SIDA sempre existiu. Os CD's sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi branco. Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia deus da dança. Acreditam que Missão Impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado. Não conseguem imaginar a vida sem computadores. Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada
3. Os teus amigos estão casados ou a casar
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez)
7. Encontras amigos e falas dos 'bons velhos tempos'
8. Vais encaminhar este e mail para outros amigos porque achas que vão gostar.
SIM ESTÁS A FICAR VELHO(a)!!
SEM ORDEM
sábado, maio 06, 2006
sexta-feira, maio 05, 2006
SOU O FANTASMA DE UM REI
Sou o fantasma de um rei
Que sem cessar percorre
As salas de um palácio abandonado...
Minha história não sei...
Longe em mim, fumo de eu pensá-la, morre
A ideia de que tive algum passado...
Eu não sei o que sou.
Não sei se sou o sonho
Que alguém do outro mundo esteja tendo...
Creio talvez que estou
Sendo um perfil casual de rei tristonho
Numa história que um deus está relendo...
Fernando Pessoa
Que sem cessar percorre
As salas de um palácio abandonado...
Minha história não sei...
Longe em mim, fumo de eu pensá-la, morre
A ideia de que tive algum passado...
Eu não sei o que sou.
Não sei se sou o sonho
Que alguém do outro mundo esteja tendo...
Creio talvez que estou
Sendo um perfil casual de rei tristonho
Numa história que um deus está relendo...
Fernando Pessoa
CROMO
sábado, abril 29, 2006
sábado, abril 01, 2006
quinta-feira, março 30, 2006
quarta-feira, março 29, 2006
UM CONSELHO
segunda-feira, março 27, 2006
antiga cerâmica
sábado, março 25, 2006
sexta-feira, março 24, 2006
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