ONDE ESTÁ O PESSOAL DA CHANÇA? A HISTÓRIA DAS FORMIGAS JÁ ACABOU? NINGUEM DIZ NADA AS FORMIGAS LEVARAM A MELHOR? VAMOS LÁ MAS É A POSTAR E A COMENTAR POIS ISTO ANDA MUITO PARADO É PRECISO ARRANJAR ALGUMA HISTÓRIA POLÉMICA?
PAREÇE QUE FOI ONTEM QUE UM FAMOSO FULANO DA CHANÇA EM FRENTE Á ANTIGA SOCINDAL DEPOIS DE UMAS MINIS NA TASCA E PARA SE FAZER DE BOM EM FRENTE ÁS MENINAS QUE TRABALHAVAM NA FÁBRICA ,SACA UM CAVALO COM A SUA MOTORETA E CAIU O ESCAPE DESTA ASSUSTANDO AS MENINAS E A ELE PRÓPRIO POIS IA MALHANDO COM O CABEDAL NO CHÃO.
É DE LAMENTAR MAS É ASSIM O NOSSO PRESIDENTE DA CÂMARA NÃO É QUE CONSEGUIU NEGAR TRANSPORTE PARA SERVIÇO ESCOLAR A 34 CRIANÇAS DO ENSINO PRIMÁRIO PARA OS TRANSPORTAR DO ATL PARA A ESCOLA . A DISTÂNCIA NÃO É GRANDE ,MAS MUITOS PAIS NÃO PODEM IR BUSCAR OS FILHOS AO ATL E LEVA-LOS PARA A ESCOLA PORQUE ESTÃO A TRABALHAR .PAREÇE QUE AS FUNCIONÁRIAS DO ATL VÃO TER DE LEVAR AS CRIANÇAS A PÉ O QUE ME DEIXA PREOCUPADO POIS O TRAJECTO É PERIGOSO DEVIDO Á SELVAGARIA E FALTA DE CIVISMO DE MUITOS CONDUTORES .HOJE ASSISTI QUASE A UM ATROPELAMENTO DE DUAS CRIANÇAS NA PASSADEIRA ,NINGUEM RESPEITA NADA . SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL FAÇO AQUI UM APELO AO SEU BOM SENSO POIS SEI QUE TEM FEITO MUITO PELA CIDADE E ARREDORES E COMUNIDADE CIGANA ,MAS VOCÊ NÃO ESTÁ A DESCRIMINAR ESTAS 34 CRIANÇAS ? SE AS CRIANÇAS DE ÉTNIA CIGANA TÊM TRANSPORTE ESCOLAR PORQUE É QUE ESTAS NÃO PODEM TER?
Alguma coisa mudou mas é assim mesmo. A vida não pára nem pra chuva passar nem para o sol brilhar. E quem sou eu pra reclamar da falta dos seus poemas. O domingo será ser iluminado dificilmente ficará frio ou nublado. Como sempre faço nessas manhãs vou caminhar no Eixão. Se tiver algum pé dando sopa vou colher umas romãs. Há também mangas e amoras ao alcance da mão, no coração da cidade, pra alimentar a alegria espantar a nostalgia e trazer felicidade.
Sou o único homem a bordo do meu barco. Os outros são monstros que não falam, Tigres e ursos que amarrei aos remos, E o meu desprezo reina sobre o mar.
Gosto de uivar no vento com os mastros E de me abrir na brisa com as velas, E há momentos que são quase esquecimento Numa doçura imensa de regresso.
A minha pátria é onde o vento passa, A minha amada é onde os roseirais dão flor, O meu desejo é o rastro que ficou das aves, E nunca acordo deste sonho e nunca durmo.